quinta-feira, 22 de maio de 2014

Noção de Criança e Infância: Diálogos, Reflexões, Interlocuções.


O texto “Noção de criança e infância: Diálogos, reflexões, interlocuções” de Michele G. Bredel de Castro, lido e discutido em sala de aula, entre outros aspectos relevantes discute a criança em várias concepções diferentes, a descoberta da infância e a criança como um ser social e histórico, produtora de cultura.
No texto a autora nos mostra várias definições de infância, cada período imprime na infância uma significação mais ou menos vinculada às condições sociais e não apenas a sua condição de ser vivente e biológico, depende do período histórico, classe social entre outros. Portanto, ao se buscar uma resposta para essa questão sobre a infância e a criança é necessária uma contextualização sobre a época a classe social e a raça. Porque ser criança na sociedade contemporânea é muito diferente de ser criança nos períodos históricos anteriores.
Na Idade Média a criança vivia misturada ao aos adultos, e era tratada como eles, não havia diferença nas atividades, vestimentas, inclusive no trabalho eram vistas como adultos em miniaturas, A partir do século XVI, começou as mudanças houve a descoberta da infância, é quando se tem consciência dos direitos da criança, crianças não são adultos pra serem tratas iguais a eles em tudo, influenciada pela história da arte ligada à igreja.
A criança é um ser social, sujeito ativo não meramente passivo que só recebe cultura, ela produz cultura, tem autonomia e capacidade. A criança não é só uma promessa de infância, ela deve ser encarada como sujeito e não como um objeto, alguém que tenha lugar na sociedade.

Por meio de estudos realizados percebe-se a importância de respeitar os direitos da criança, o texto foi um guia de esclarecimento e orientação sobre o assunto.

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